Jovem cria página para encontrar doador

Poliana tem 24 anos, recém-formada em enfermagem, a jovem trabalhava no Hospital Universitário de Cascavel, quando decidiu fazer um exame de rotina e foi diagnosticada com leucemia.

A descoberta da doença foi no mês de abril deste ano, desde então a jovem travou uma batalha em busca da cura, principalmente quando os médicos disseram que ela precisa de um transplante de medula óssea.

Depois de descobrir a necessidade do transplante, Poliana procurou um doador na própria família, mas não houve compatibilidade e por isso, com a ajuda de amigos, ela decidiu criar uma página nas redes sociais para tentar encontrar um doador.

A página do Facebook ‘Amigos da Poli’ foi criada em agosto e já tem mais de quatro mil seguidores.

Poli, como é chamada pela família e amigos está passando por sessões de quimioterapia e sabe que as chances de localizar um doador de medula óssea compatível são raras – uma em cada 100 mil – mesmo assim, encontra forças nas mensagens positivas para não desistir.

Somente o Hemocentro de Cascavel tem aproximadamente 8 mil pessoas cadastradas. No ano passado três delas foram convocadas para doar medula óssea e é por isso que Poliana não perde as esperanças e sabe que tem chances de encontrar alguém compatível.

“Faço um apelo para que as pessoas busquem o Hemocentro, realizem a coleta e entrem no cadastro. Pode ser que eu não encontre o meu doador, mas sei que entre esses voluntários pode haver algum que ajude outras pessoas que também precisam”, diz Poliana.

Via Fran Sayuri 

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Cidade espanhola substitui touros por bolas gigantes em corrida tradicional

Depois de anos de protestos de ativistas e críticas da comunidade internacional, a cidade espanhola de Mataelpino, na região central da Espanha, modificou um dos eventos mais tradicionais da região. Esse ano, a corrida de touros local não teve animais enfurecidos correndo atrás do públicos pelas ruas, mas sim imensas bolas de isopor das quais os participantes tentaram se esquivar.

O evento, comum em muitas cidades espanholas, recebe muitas críticas pelo mundo todo. Além da crueldade com os animais que ficam com medo, desnorteados e acabam feridos, muitas moradores e visitantes também saem machucados e chifrados do festival anual.

As críticas e protestos crescentes fizeram com que as autoridades locais pensassem uma alternativa para manter o festival e acabar com os maus tratos. Os touros foram substituídos por imensas bolas de poliestireno (isopor) que desceram ladeira abaixo em direção à velha praça da cidade.

Algumas dessas bolas podem pesar 125 kg e correm muito rapidamente o que ajuda a manter o grau de dificuldade e adrenalina do desafio. Agora, até mesmo crianças podem participar da brincadeira o que não era possível no antigo formato do festival.

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Campanha estimula amizades no ônibus

Nos ônibus de Pelotas (RS), há bancos reservados para fazer amizades. Nada de ficar de olho apenas na tela do celular. A ideia é conversar com gente nova.

A campanha “Alimentando Amizades” foi elaborada da agência Mark+, criadora do Troco Coletivo, para a Biscoitos Zezé, empresa de alimentação, e está em todas as linha de ônibus da cidade gaúcha há uma semana.

Cada veículo recebe cinco adesivos. Eles têm um bloco com temas que podem servir para quebrar o gelo e iniciar a conversa.

Um dos criadores da campanha, o publicitário Thomaz Brod Ballverdu, 22 anos, explica que a iniciativa é um experimento social e uma forma de proporcionar a reflexão. “É um incentivo a dar um descanso ao celular, tirar os fones de ouvidos e perceber quem está ao lado.”

Ele diz acreditar na eficácia da ação “pelo simples fato de que todos nós somos receptivos a uma boa conversa”. “O que falta, muitas vezes, é um estímulo que ajude a dar um pontapé inicial nessa conversa”, completa.

Thomaz conta que está nos planos expandir para as cidades gaúchas de Passo Fundo e Porto Alegre. O vídeo conta bem a história dessa iniciativa. 

Dica da Fabi KS 

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Mulheres se casam após 70 anos de namoro nos Estados Unidos

Mais de sete décadas depois de começarem a namorar, Vivian Boyack e Alice “Nonie” Dubes se casaram. Boyack, de 91 anos, e Dubes, de 90 anos, se uniram em uma cerimônia no sábado (6), em Davenport, no estado de Iowa, nos Estados Unidos. Ambas assistiram à celebração em cadeiras de rodas.

“Esta é a celebração de algo que deveria ter acontecido há muito tempo”, disse a reverenda Linda Sunsaker ao pequeno grupo de amigos e familiares que presenciaram a cerimônia.

As mulheres se conheceram quando ainda eram adolescentes em Yale, Iowa, e se mudaram juntas para Davenport em 1947, onde Boyack trabalhou como professora e Dubes se tornou bancária.

Dubes disse que as duas aproveitaram bastante a vida juntas, e ao longo dos anos viajaram por todos os 50 estados do país e todas as províncias do Canadá, além de visitarem a Inglaterra duas vezes. “Nós nos divertimos”, afirmou.

Já Boyack comentou que é preciso muito amor e esforço para manter um relacionamento durante 72 anos.

Um dos convidados da cerimônia, Jerry Yeast é amigo do casal desde que era um adolescente e trabalhou como jardineiro na casa delas. “Conheci essas duas mulheres minha vida toda, e posso lhe garantir, elas são especiais”, disse.

O estado de Iowa passou a permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2009. Sobre a decisão de finalmente se unirem legalmente, as duas mulheres disseram que nunca é tarde demais para um novo capítulo na vida.

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Via Lola Hardman 

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Bebê com deficiência auditiva ouve voz do pai pela primeira vez

Em apenas três dias, um vídeo em que um bebê, de apenas 2 meses de vida, que nasceu com deficiência auditiva nos dois ouvidos, aparece escutando a voz do pai pela primeira vez, por meio de um aparelho auditivo, já foi visualizado por mais de 1 milhão de internautas.

A cena emocionante foi gravada e postada no site YouTube no último domingo (31). Os primeiros segundos do vídeo mostram a criança chorando pelo incomodo de ser obrigado a colocar um aparelho auditivo no ouvido direito. Em seguida, a expressão do pequeno Lachlan vai mudando a medida em que começa a escutar a voz do pai.

Em quase 1min e 30s de gravação, os olhos claros e espantados do bebê arrecadaram quase 4 mil curtidas no site.

Na legenda do vídeo, o pai da criança Toby Lever, que mora na Austrália, escreveu: “Nosso lindo filho Lachlan foi diagnosticado como tendo perda auditiva moderada a grave em ambos os ouvidos. Quando ele tinha 7 semanas de idade, ele recebeu os primeiros aparelhos auditivos. Sua reação quando os ouvidos foram ativados foi realmente incrível. Nós choramos de felicidade”.

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Nigeriano cria bonecas negras contra preconceito e supera venda de Barbie

A Nigéria é o país com a maior população negra do mundo. Mesmo assim, quando o nigeriano Taofick Okoya foi comprar um presente de aniversário para sua sobrinha, em 2006, só achou bonecas brancas nas lojas.

Surgiu, assim, a Queens of Africa (“rainhas da África”), uma empresa que hoje já vende mais bonecas na Nigéria do que a famosa Barbie.Foi então que o empresário de 44 anos, que na época era diretor-executivo da empresa familiar de utensílios de plástico, teve a ideia de fabricar bonecas que fossem da cor da imensa maioria das crianças de seu país.

A ideia é promover a auto aceitação e a confiança nas crianças africanas e nigerianas. Queria que elas gostassem de si mesmas e de sua raça. Percebi que a superexposição a bonecas e personagens brancos fazia com que elas desejassem ser brancas”, disse Okoya.

A Queens of Africa fabrica seis modelos de bonecas, que representam os três maiores grupos étnicos da Nigéria: Hausa, Igbo e Yoruba. Os cabelos e as roupas se baseiam em looks de mulheres africanas.

A marca enfrentou resistência no início.Além da barreira cultural, havia a barreira econômica. “Bonecas são vistas como algo elitista na Nigéria, porque costumam ser caras”, diz o empresário. A solução foi criar produtos com várias faixas de preço: a boneca mais barata, chamada Princesa Naija, é vendida pelo equivalente a US$ 5 (cerca de R$ 11).

No perfil da marca no Facebook, uma mensagem em inglês e em português diz que as bonecas chegarão em breve ao mercado brasileiro. Okoya afirma que está em negociação com uma pessoa que venderia os produtos no Brasil em pequena escala – ele não revela o nome. “Quero enviar o primeiro pedido neste mês”, diz.

No mercado brasileiro, as bonecas negras são minoria, mas alguns modelos podem ser encontrados em lojas de brinquedos.

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Jovem devolve para dona iPhone furtado que comprou pela internet

O analista de marketing Arthur Pacini, de 24 anos, comprou um iPhone 5 através de um site de vendas e ao ligá-lo percebeu que o aparelho era, na verdade, um telefone furtado. A compra foi feita na segunda-feira (25) e, desde então, ele se dedicou a procurar o possível proprietário.

Arthur conta que pouco antes havia perdido o seu celular, um iPhone 5c, em um golpe quando tentava vendê-lo através do mesmo site de vendas online. Para tentar amenizar os danos, ele decidiu procurar um novo iPhone por um valor menor. Voltou, então, ao mesmo site de vendas. “Fui em busca de um mais barato e encontrei esse para vender. Combinei com o vendedor e fui encontra-lo. Verifiquei o aparelho e não notei nenhum sinal de que poderia ser roubado”, explica.

Sem que ele notasse, o homem em questão trocou o produto por outro. “Na hora eu nem percebi. Quando eu fui entregar para a minha namorada, ele não desbloqueava de jeito nenhum. Quando eu finalmente consegui, eu abri e vi que tinham fotos de outra pessoa nele”.

Após buscar por todo o aparelho, ele conseguiu encontrar o email do possível proprietário e o utilizou para localizar a pessoa no Facebook. “Vi que tínhamos dois amigos em comum, então, comecei a mandar mensagem. Depois de um tempo, ela retornou”.

A pessoa em questão era da designer gráfica Evelyn Leine Gargiulo, de 29 anos. Ela havia sido furtada no sábado (23), dentro do ônibus em que estava a caminho do centro da capital paulista. Quando viu a mensagem avisando que haviam encontrado seu celular, não acreditou. “Na hora você acha que é mentira. Liguei para ele e ele me contou a história, eu comecei a chorar”.

O objetivo dela agora é juntar dinheiro para comprar um celular novo para ele. “Eu e uns amigos estamos tentando fazer uma vaquinha online para recuperar o dinheiro que ele perdeu. É o mínimo que posso fazer”

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Para combater o desperdício, restaurante prepara pratos com alimentos que seriam jogados fora

O desperdício é um dos maiores males do mundo. Enquanto uns esbanjam fartura em seus pratos, outros almejam ter o que comer no dia seguinte. A triste estimativa é de que 1,3 bilhões de toneladas de alimentos vão parar no lixo anualmente, representando quase 40% da produção global.

Para reaproveitar a comida em bom estado jogada fora, e evitar o tal desperdício em quantidades absurdas, o inglês Adam Smith e a brasileira de nome gringo Johanna Hewitt, com a ajuda de amigos que se identificam com a causa, fundaram o projeto “The Real Junk Food” (em tradução livre, “a verdadeira comida junk, do lixo”).

E assim nasceu o café Pay As You Feel (em tradução livre, “Pague O Que Você Quiser”), instalado na cidade de Leeds, em Londres, desde o final de 2013, que utiliza apenas mantimentos que continuam bons para consumo e que iriam para o lixo. Como o nome indica, os clientes pagam o quanto quiserem ou acharem justo pelo que estão consumindo.

Ou seja, os responsáveis aproveitam não os alimentos que já foram jogados fora, mas que passaram do prazo de validade e ainda estão totalmente consumíveis, vindos de várias fontes, como supermercados, feiras, restaurantes, entre outros. Tendo isso em mãos, o cardápio varia diariamente, já que é elaborado exatamente com o que há no estoque. O casal também preza por refeições nutricionalmente variadas e equilibradas.

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Professor americano publica conto de fadas com romance entre dois homens

Os contos de fadas terminam muitas vezes com o príncipe salvando a princesa e se casando com ela… Mas este conto tem um final feliz diferente. A princesa é lésbica, independente, e não precisa ser resgatada, e durante a busca, os dois homens se apaixonam e, no fim, acabam se casando numa igreja medieval.

O conto de fadas contemporâneo é narrado no livro infantil “The princes and the treasure” (“Os príncipes e o tesouro”), de Jeffrey A.Miles, Professor da Escola de Negócios da Universidade do Pacífico, na Califórnia, Estados Unidos. Ele teve a ideia há dois anos, enquanto assistia a uma apresentação com um príncipe e uma princesa num parque de diversões. Ao ver os atores cantando e dançando, ele se perguntou porque não existia nenhum príncipe gay nem nenhuma princesa lésbica. “Quando voltei para casa, resolvi criar a minha própria história.”

A aceitação do livro tem sido muito boa e, de acordo com Jeffrey, casais heterossexuais contaram que o livro os ajudou a conversar com os filhos sobre homossexualidade. Já os pais homossexuais disseram que o conto serviu de apoio para falar com as crianças a respeito de seus próprios companheiros.

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Mulher de 99 anos faz um vestido por dia para crianças na África

Lillian Weber, uma simpática norte-americana de 99 anos, que mora no Estado americano de Iowa, é uma costureira de mão cheia. Há três anos, ela conheceu um projeto que auxilia crianças carentes na África e em outros países e resolveu ajudá-las de uma forma inusitada: confecciona um vestido por dia.

A “Little Dresses for Africa” (“Pequenos Vestidos para a África”) é uma organização cristã sem fins lucrativos que distribui vestidos para orfanatos, igrejas e escolas. Ao longo dos últimos anos, Lillian já doou mais de 840 peças e diz que espera chegar ao número 1000 em breve, quando completar 100 anos.

Para fazer os vestidos, ela reaproveita fronhas e sempre acrescenta algum detalhe para torná-los mais especiais. Ela não economiza esforços para personalizar suas criações e deixá-las ainda mais bonitas, alegrando a vida de uma menina no outro continente.

O que torna a história de Lillian ainda mais surpreendente é sua idade, que não a impede de iniciar a produção de um novo vestido todas as manhãs, fazer uma pausa ao meio-dia e terminar no fim da tarde.

A nonagenária costura para para o projeto desde 2011, quando ela e um grupo de mulheres de mais de 80 anos decidiram apoiar a organização. Até agora, o projeto já distribuiu 2,5 milhões de peças em 47 países. Recentemente, Lillian foi indicada para o prêmio “Pay It Forward”, da rede de televisão WQAD.

Via Sandro Proença 

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Livraria Vazia arrecada livros para crianças

O projeto Livraria Vazia, do Natal Shopping, montou estruturas de prateleiras vazias para arrecadar livros de literatura infanto-juvenil, até o dia 30 de julho. O material será doado ao Hospital Infantil Varela Santiago e à Casa Durval Paiva, cuidadora de crianças com câncer.

Todos os dias, a livraria é esvaziada para arrecadar mais doações. Até hoje, a Livraria Vazia arrecadou mais de 160 títulos.

Paralelamente à Livraria Vazia, o local também está realizando a Book Lovers, uma feira de livros infantis com títulos a baixo custo.

O projeto foi inspirado nas ações sociais do Shopping Villa Lobos, em São Paulo.

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ONG transforma caixas de papelão em mochilas que ainda viram mesas pra ajudar estudantes indianos

O design pode mudar o mundo, para melhor. Basta usá-lo de forma orientada e estratégica. Conheçam uma iniciativa na Índia, onde a maioria das escolas rurais não tem materiais básicos para boa parte dos estudantes, como mesas e mochilas, dificultando o processo de aprendizagem que já é defeituoso, além dos problemas de saúde associados à má postura das costas.

Uma organização sem fins lucrativos na Índia, a Aarambh, chamou alguns designers para trabalharem juntos no seguinte desafio: Como o problema poderia ser resolvido de forma efetiva e economicamente viável? Uma das respostas foi “Transformando simples caixas de papelão em uma mochila que depois possa virar uma mesa.”

De um jeito fácil, econômico e ecológico, o projeto levou para muitas crianças uma forma de guardar seus materiais e ainda usar a mochila como uma mesa.

O vídeo explica muito bem!

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Brasileiro ganha a Medalha Fields, o Nobel da matemática

Arthur Avila foi o primeiro brasileiro a ganhar a Medalha Fields, considerada o “Nobel da matemática”, por sua pesquisa na área de sistemas dinâmicos.

Essa é a primeira vez que a premiação, criada em 1936, é atribuída para um matemático formado no Hemisfério Sul.

Também ganharam a medalha neste ano o canadense Manjul Bhargava, o austríaco Martin Hairer e a iraniana Maryam Mirzakhani.

O prêmio é entregue a cada quatro anos pela União Internacional de Matemática.

Este ano, a cerimônia será em Seul, no Congresso Internacional de Matemáticos. Para o Brasil, o evento começa às 21h e poderá ser acompanhado pelo site.

A Fields só é concedida a pesquisadores com, no máximo, 40 anos de idade - Avila tem 35.

Artur nasceu no Rio de Janeiro. Aos 16 anos, ganhou a medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Matemática no Canadá e conclui seu mestrado junto com o Ensino Médio.

Assim, pulou a graduação e foi fazer o doutorado no Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), no Rio de Janeiro, de onde ainda é pesquisador.

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Fotógrafo cria montagens surreais com cachorros abandonados para incentivar adoção

O fotógrafo hungáro Sarolta Bán utilizou o seu talento para incentivar as pessoas a adotarem cachorros abandonados.

No projeto Help Dogs with Images, ele coleta imagens de animais que procuram abrigo ao redor do mundo e cria montagens surreais. As pessoas que adotarem os cachorros recebem cópias das imagens.

As fotos também estão sendo comercializadas e parte da venda é revertida para os abrigos que cuidam dos animais.

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Vídeo mostra reação de garoto ao ouvir pela primeira vez após implante

O sorriso de Matheus Alves Aroucha, de 2 anos, mostra que o dia 11 de agosto de 2014 ficará para sempre na história dele. O menino ouviu um som pela primeira vez na vida, após fazer a ativação do implante coclear multicanal, na manhã desta segunda-feira (11), no Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp, em Campinas (SP).

O garoto nasceu com surdez profunda e ficou desde seus primeiros meses em uma fila de espera para implantar o aparelho, oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Após a cirurgia, realizada no ouvido direito, ele vai poder escutar qualquer tipo de som e, com o acompanhamento de fonaudióloga, deve começar a falar no período de um ano e meio.

O menino realizou a cirurgia para a colocação do componente interno do implante em abril deste ano e nesta segunda ativou o sistema externo, que funciona como uma espécie de processador de som, que vai emitir as ondas sonoras para possibilitar a audição.

Ao ouvir pela primeira vez, Matheus sorriu ao ouvir os estimulos da fonaudióloga, que batia na mesa e conversa com ele. O garoto também colocava brinquedos no ouvido à medida que as pessoas conversavam com ele. “Muita gente me falou que eu não deveria fazer porque a manutenção era cara, mas eu estou muito feliz por meu filho poder ouvir”, afirmou a mãe Fabiana.

De acordo com os especialistas, quando o implante é ativado o paciente ainda escuta sons em volume baixo, depois, com o tempo, o aparelho aumenta e a reprodução é igual a real. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 300 mil usuários colocaram o implante no mundo.

Dica do putzpaulim

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