Ursinho leva mensagens de carinho a crianças internadas

Elo parece um ursinho como outro qualquer. Mas, dentro, ele leva algo que nenhum outro ursinho tem: mensagens de carinho, amor e conforto a crianças que estão lutando pela vida.


Eliélson tem 5 aninhos e está distante de casa.Ele está internado no Hospital do Câncer Amaral Carvalho, em Jaú, interior de São Paulo, a mais de 2.650 quilômetros de onde vive. E como ele está falando com os parentes de tão longe?

Por mês, 450 crianças de todo o Brasil são atendidas no hospital. O tratamento dessas crianças é longo, pode durar seis meses, dois anos. Elas saem e voltam o tempo todo para o hospital. Algumas chegam a ficar isoladas da família e dos amigos por 40, 50 dias. Dá saudade. O que fazer para encurtar essa distância e unir quem está tão longe?

“A ideia do urso é, ao recebê-lo, ter vontade de abraçar, de apertar”, explica a chefe da pediatria, Cláudia Teresa de Oliveira.

Ao apertar, a criança ouve uma mensagem de áudio, gravada pela pessoa querida e enviada por um aplicativo de celular.

“A gente percebeu que as crianças que estavam ali internadas na sua fase de tratamento ficam isoladas. E daí surgiu a ideia: e se a gente conseguisse reduzir esse distanciamento?”, conta o publicitário Álvaro Rodrigues.

Com apoio de empresas e de uma agência de publicidade, a ideia ganhou forma e nome: Ursinho Elo

O hospital registrou a emoção dos primeiros pacientes que ganharam o urso.

O vídeo é emocionante!!

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Vulcão expele 8 milhões de pétalas de flores e cobre uma vila inteira na Costa Rica

Para mostrar a qualidade de imagem de uma TV, uma simples cena de filme não basta. São necessários detalhes, abundância de cores e muito movimento: nada que 8 milhões de pétalas de flores não resolvam. No vídeo, promovido pela agência de publicidade McCann, para a Sony, as pétalas foram expelidas de um vulcão e despejadas sobre uma pequena vila da Costa Rica, que nunca foi tão alegre e colorida.

As flores utilizadas são, em boa parte, naturais, enquanto que o restante foi produzido com material biodegradável – a coleta demorou cerca de duas semanas. A agência contou com diversas máquinas de vento a fim de criar os efeitos vistos no vídeo e apenas alguns recursos digitais de efeitos especiais foram utilizados. Para embalar o show de cores, foi escolhida a música Berlin, do cantor RY X.

E por que 8 milhões de pétalas de flores? Essa é a quantidade de pixels que formam a imagem do modelo 4K (4 vezes a resolução Full HD) anunciado. Confira o vídeo aqui

Via Juliana Garzillo 

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Homem acha dinheiro e boletos… e paga as contas

A repercussão de um gesto considerado normal por Marco Antônio da Silva, de 32 anos, surpreendeu o segurança, morador de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Ele conta que agiu como a mãe havia lhe ensinado quando encontrou um envelope com uma conta e R$ 600 em dinheiro. Mesmo sem conhecer a dona, pagou o boleto.

"Em nenhum momento, pensei em ficar com o dinheiro porque sou evangélico e minha educação veio desde pequeno. Minha mãe me ensinou a não mexer com o que não é nosso", contou o segurança.
O fato aconteceu na última quarta-feira (2), no início da tarde. Marco conta que esperava o ônibus em uma parada na Avenida Feitoria, no bairro Rio Branco, quando uma moça passou por ele de moto e deixou cair o envelope. “Na mesma hora, juntei o dinheiro e fui à lotérica”, conta.

A conta era da corretora de imóveis Karine Peyrot, de 41 anos. “Saí de casa correndo, botei no bolso da jaqueta e estava ‘atucanada’, pois era o último dia para pagar. Quando cheguei à lotérica, pus a mão no bolso e não estava lá. Me desesperei”, contou.

Mas Marco pagou e postou o próprio número do telefone celular no Facebook, explicando a situação. Uma amiga de Karine viu a postagem e a mostrou. “Umas 20h. a Karine me ligou chorando e dizendo que eu era um anjo para ela. Aí ficamos amigos”, contou.

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Via Laís Ferraz

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Em casa, mulher planta e doa mudas de manjericão para alegrar as pessoas

Há cerca de um ano, a produtora cultural e artesã Nonô Joris, 43, resolveu dedicar parte de seu tempo para deixar os dias de outras pessoas um pouquinho mais feliz. Com uma atitude bem simples ela já chamou a atenção de muita gente: oferece manjericão para quem passa perto da sua casa, em Porto Alegre (RS).

Tudo começou quando decidiu distribuir as folhas para outros moradores do bairro. Nonô reuniu embalagens de suco, caixinhas de leite e outros vasinhos transitórios e os colocou em uma mureta na fachada de casa para que quem passasse, levasse as mudas.

Com o intuito de que os passantes soubessem que as plantas estavam ali para serem levadas, a produtora colocou no portão uma placa com a seguinte frase: “Pode levar mudas alegres de manjericão para deixar sua vida cheirosa.”

“Muita gente olhava a foto [na internet] e perguntava: ‘onde é? Também quero’. Mas eu não divulgo o endereço. O objetivo não era eu transformar a minha casa numa floricultura, mas sim mostrar que, com coisas muito simples, podemos fazer grandes transformações”, comenta Nonô.

Depois de publicar a foto nas redes sociais, ela diz ter se surpreendido com a repercussão. “Todos elogiam e dizem coisas como: ‘O mundo precisa de mais pessoas assim’. Minha resposta é sempre: ora, seja uma delas.

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Pintora usa criatividade para transformar capacetes corretivos em arte

A artista Paula Strawn usou a criatividade para ajudar famílias que usam capacetes corretivos em bebês com síndrome da cabeça chata. No lugar do equipamento branco e plano, as crianças podem usar uma divertida obra de arte. Assim, o que antes causava estranhamento, passa a atrair uma curiosidade mais amistosa.

Segundo Paula, é uma forma de criar a oportunidade para conversar e explicar o uso do capacete. Confira imagens do trabalho da artista:

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Invenção dá a crianças com deficiência física a chance de acompanhar os passos dos pais

Pais e mães de crianças com deficiências físicas têm uma nova ferramenta para ajudar seus filhos a sentirem como é andar: as roupas Upsee. Desenvolvido pela israelense Debby Elnatan, o produto conecta a criança às pernas do adulto, fazendo com que seu corpo repita os movimentos da caminhada.

Debby criou o Upsee para seu filho Rotem, que tem paralisia cerebral. A companhia Firefly Friends, da Irlanda do Norte, gostou da ideia e resolveu vender em larga escala, pela internet, para o mundo inteiro.

“É maravilhoso ver esse produto disponível para famílias ao redor do mundo”, disse Debby, em entrevista ao The Guardian.

O Upsee está à venda em dois tamanhos: para crianças de 1 a 2 anos, por US$ 220; e de 2 a 5 anos, por US$ 255. Saiba mais no site FireflyFriends.

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Acessibilidade na FIFA: Experiência completa para pessoas com deficiência visual

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“Para que uma pessoa com deficiência visual tenha a experiência completa em um estádio de futebol, ele precisa entender o que acontece no gramado e ao seu redor.” Foi com essas palavras de Joyce Cook, diretora geral do Centro de Acesso ao Futebol na Europa (Centre for Access to Football in Europe - CAFE), que a Copa do Mundo da FIFA 2014 deu o pontapé inicial na parte prática de um projeto inovador no Brasil.

Preocupados em melhorar a experiência de cegos e pessoas com baixa visão nos estádios, a FIFA e o COL oferecerão um serviço pioneiro de narração audiodescritiva em quatro estádios da Copa do Mundo da FIFA no Brasil.

A audiodescrição é semelhante à narração de rádio, mas com ênfase na experiência do estádio. O narrador especialmente treinado fornece uma descrição adicional de todas as informações visuais significativas, como linguagem corporal, expressão facial, entorno, lances, uniformes, cores e qualquer outro aspecto importante para transmitir a aparência e o ambiente do estádio.

“O serviço de audiodescrição fala como a torcida está se portando, quais são as brincadeiras, como o juiz corre… Algumas coisas que ninguém acha que são importantes, porque estão todos vendo”, diz Anderson Dias, presidente da Urece Esporte e Cultura para Cegos, ONG parceira da FIFA e do COL que trabalha com projetos especiais para pessoas com deficiência visual. “Na audiodescrição de avaliação de voluntários, ouvi o gol do Ronaldo na final da Copa do Mundo de 2002 e ouvi que o Oliver Kahn fica no chão, chateado, triste, e o Ronaldo sai comemorando de braços abertos. Isso se perde nas transmissões de TV e rádio”, completa Dias, que foi bicampeão mundial e campeão paralímpico de Futebol de 5 em Atenas 2004.

A narração audiodescritiva será disponibilizada em português em quatro estádios da Copa do Mundo da FIFA: Belo Horizonte (Estádio Mineirão), Brasília (Estádio Nacional de Brasília), Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã) e São Paulo (Arena de São Paulo). Haverá dois locutores por jogo, e a narração será transmitida por radiofrequência e captada em fones de ouvido individuais. Torcedores cegos ou com baixa visão podem sentar-se em qualquer lugar do estádio.

Tão importante quanto o aspecto inovador do projeto em solo brasileiro é seu legado. Após a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, o equipamento de narração instalado em cada estádio será doado às entidades locais dispostas a fazer parte do legado do projeto.

Joyce Cook, do CAFE, reforça o discurso e mostra objetivos ambiciosos para o Brasil. “Nossa vontade é ver todos os estádios e arenas esportivas do Brasil com este serviço; que se torne algo normal. Que pessoas cegas e com deficiências visuais possam ir a eventos esportivos com naturalidade, ouvindo o serviço de narração audiodescritiva e tendo o serviço completo.”

Via André Varanda

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Garota de 8 anos enfrenta Mattel, fabricante da Barbie, e consegue boneca cadeirante

A mãe de uma garota norte-americana de oito anos enfrentou a Mattel, fabricante da Barbie, e conseguiu para sua filha uma boneca em uma cadeira de rodas. A menina, Morgan Kelly, tem uma atrofia muscular que a obriga a se locomover em cadeira de rodas e queria encontrar uma Barbie com a qual se identificasse.

“Por que não pode haver uma Barbie de cadeira de rodas?” – foi essa pergunta de Morgan que levou a mãe a bater na porta da Mattel em dezembro. “Ela disse: “Pessoas deficientes não são bonitas o suficiente para serem bonecas Barbie?”, conta Angela Floyd, a mãe.

Apesar de atualmente não vender bonecas em cadeiras de roda, a Mattel já produziu, em 1997, uma boneca da linha Barbie chamada “Share a Smile Becky”, deficiente. E foi justamente esse produto, hoje fora de circulação, que resolveu o problema de Morgan. A Mattel encontrou uma unidade em seus arquivos e a enviou à menina.

Quando eu mostrei à ela, ela sorriu de orelha a orelha”, contou Angela. “Ela dizia: ‘Mamãe, é igualzinha a mim, é igual a mim”.

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Girafa dá beijo de despedida em funcionário de zoo com doença terminal

Um funcionário do zoológico de Diergaarde Blijdorp, em Roterdã (Holanda), que sofre com câncer em estágio terminal pediu para ser levado até o viveiro das girafas, para que pudesse se despedir, e ganhou um beijo de um dos animais, de acordo com reportagem do jornal “The Independent”.


Mário (que não teve o sobrenome divulgado), 54, passou a maior parte de sua vida adulta limpando os cercados dos animais. Assim que se aproximou das girafas, elas vieram em sua direção e uma delas começou a beijá-lo.


Kees Veldboer, presidente da fundação Ambulância do Desejo (que realiza pedidos de doentes terminais), responsável por levar o paciente até o zoológico, afirmou que “os animais o reconheceram e perceberam que havia algo errado com ele. Foi um momento muito especial”.

Via Jamile Mendes | Curta A Boa Notícia do Dia | Siga no Twitter

Morador de rua recusa proposta de R$ 2 mil por cão: ‘Não vendo por nada’

Sentado em um pedaço de papelão, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete há alguns meses em uma esquina da Rua Dom Duarte Leopoldo e Silva, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. “Eu achei o Joe no cais do porto. Estava passando um tempo lá. Isso tem nove meses”, lembra o morador.

De acordo com ele, o cãozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. “O pessoal daquela região contou que ele morava em um apartamento e que a dona não podia mais ficar com ele. Como não achou quem adotasse, soltou o bichinho lá e eu achei. Ele não tinha um pedaço da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele”, comemora.

O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de trás. “É para proteger e espantar o mau olhado”, afirma o dono, que já recebeu até propostas para vender o animal. “Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. Não vendo esse cachorro por nada, ele é a minha família”, conta. “Onde ele for eu vou, porque é ele quem me puxa”.

Apesar da linda amizade, a vida está longe de ser simples para essa dupla. No bairro, Luiz Fernando é conhecido como João de Barro por alguns moradores, por guardar seus poucos pertences no topo de uma árvore. Luiz Fernando não usa drogas, não bebe e não tem passagens pela polícia.

A história do morador de rua vem comovendo a todos que vivem na região. Para melhorar a qualidade de vida da dupla, eles procuram alguém que se disponha a empregar o rapaz e dar moradia para ele e seu companheiro. A ideia lhe parece animadora. “Tudo o que eu mais quero é ter um teto só nosso. Aí não vou precisar acordar preocupado com ele (o cão) e com as minhas coisas”, finaliza Luiz Fernando.

Via Laís Ferraz |  Ler a matéria na íntegraCurta A Boa Notícia do Dia | Siga no Twitter

Querida futura mamãe: Todo mundo tem o direito de ser feliz

No próximo dia 21 de março, é celebrado o Dia Mundial da Síndrome de Down. Com isso, a Saatchi & Saatchi da Itália criou um emocionante filme para a CoorDown, uma organização de assistência a pessoas com Síndrome de Down. A agência usou como base da campanha, um email enviado por uma futura mãe que relatava que estava com medo de como seria a vida do seu filho que foi diagnosticado com Down.

A resposta veio de forma especial de 15 jovens, mostrando todas as possibilidades que seu filho terá, mesmo enfrentando alguns desafios pelo caminho.

O vídeo é muito emocionante, vale apertar o play agora! 

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Aos três anos, menina corta o cabelo para doar a quem tem câncer

Com apenas 3 anos, Emily James deu lição em muita gente mais velha Protagonista de um vídeo na qual corta o cabeço para doar para crianças com câncer, ela comoveu o mundo todo.

A ideia partiu dos pais e Emily topou numa boa. Os parentes aproveitaram a ida ao cabeleireiro para ensinar à filha uma lição de soliedariedade. E ela aprendeu direitinho!

“É uma lição e tanto para uma criança de três anos: quando você tem uma coisa em excesso, não a segure com você. Dê para alguém que precisa mais”, afirmou a mãe da garota.

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Primeiro parque para crianças deficientes de São Paulo é inaugurado

Em abril de 2012, o executivo Rudi Fischer largou uma bem-sucedida carreira no Banco Itaú para trabalhar em casa e ficar mais próximo da primeira filha, Anna Laura, então com três anos de idade. Um mês depois, no entanto, a menina morreu tragicamente em um acidente de carro.

A dor da perda seria parcialmente aplacada naquele mesmo ano, durante uma viagem a Israel, quando Fischer fez uma espécie de imersão nos preceitos do judaísmo. “Aprendi que deveria realizar algo positivo em nome dela para ajudar a elevar sua alma”, lembra. Faltava o formato para implementar o plano, que foi encontrado em Jaffa, a 50 quilômetros de Jerusalém, quando ele conheceu um escorregador adaptado para crianças com deficiência (possuía uma rampa em vez de escada).

Nasceu ali a ideia de construir o primeiro parquinho infantil acessível da cidade de São Paulo, que foi inaugurado no dia 25 de janeiro em uma unidade da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), no Parque da Mooca, na Zona Leste.

Batizada de Anna Laura Parques para Todos, a iniciativa conta com a colaboração da própria AACD, que disponibilizou terapeutas para ajudar a projetar os brinquedos, ao lado de engenheiros e arquitetos voluntários. Ao todo são quinze peças no local, como balanços para crianças com dificuldades motoras e equipamentos com recursos para o uso por cadeirantes.

O investimento total foi de 120 mil reais, bancados integralmente por Fischer, hoje aposentado do mercado financeiro. A ação será levada adiante com a inauguração de mais espaços semelhantes, o próximo no Parque do Cordeiro, em Santo Amaro, ainda neste ano. Outros devem ser implantados em cidades como Recife e Porto Alegre. “É emocionante poder ajudar o próximo por meio de uma homenagem à minha filha”, diz. Ele ainda pretende lançar um livro com a história da menina nos próximos meses e fundar uma ONG de auxílio a pais em luto.

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